

Hoje o Grupo Antarctica é o quinto maior produtor de cervejas do mundo (fonte: revista Brewing and
Beverage Industry International) e um dos maiores fabricantes de bebidas. São 18 fábricas de cerveja,
19 de refrigerantes e 7 unidades produtoras de refrigerantes franqueadas, espalhadas por todo o Brasil.
A capacidade atual instalada é de 50 milhões de hectolitros/ano de cervejas e refrigerantes.
O grupo também controla 3 fábricas de sucos concentrados, 1 fábrica de essências, 1 fábrica de licores
e aguardentes, 2 maltarias e 3 fábricas de garrafeiras plásticas.
A produção é escoada por
cerca de 800 distribuidores, que atendem por volta de 1 milhão de pontos de venda e que cobrem praticamente
todo o território brasileiro.
A Antarctica também desenvolve atividades agro-industriais. Em
plena Amazônia, a empresa cultiva, desde a década de setenta, mais de 1070 hectares de guaraná.
No sul do Brasil, em Lapa no Paraná e Passo Fundo no Rio Grande do Sul, a Antarctica desenvolve um
trabalho de fomento de mais de 70 anos na produção de cevada cervejeira nacional.
As cervejas
da Antarctica detêm cerca de 34% do mercado brasileiro e a Cerveja Antarctica é uma das marcas líderes
no país.
Os refrigerantes da Antarctica participam com 15% do mercado brasileiro. As participações
das marcas da Antarctica somadas ocupam o segundo lugar no mercado brasileiro. Em seus segmentos específicos,
ao longo dos anos, o Guaraná Antarctica, a Soda Limonada Antarctica, e a Água Tônica Antarctica vêm mantendo
uma posição de liderança absoluta.
Esses números explicam por que a marca Antarctica
é a mais lembrada pelo consumidor brasileiro quando se fala em cerveja ou refrigerantes do segmento de
sabor não-Cola. Segundo a pesquisa Top of Mind do Datafolha, a Cerveja Antarctica é apontada por 42%
contra 31% do segundo colocado, e os refrigerantes da Antarctica são apontados por 17% dos consumidores.
As exportações crescem ano a ano. Em 1996 atingiram mais de US$ 15 milhões.
Os investimentos
não param. Nos últimos cinco anos a Antarctica investiu cerca de US$ 100 milhões, anualmente, na modernização
e construção de novas unidades para a ampliação do seu parque produtivo.
Hoje, as empresas
do Grupo Antarctica empregam mais de 17 mil trabalhadores diretos, tendo apresentado um faturamento de
US$ 3,6 bilhões em 1995.
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ANTARCTICA UMA HISTÓRIA COM SABOR DE BRASIL
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Desde a sua fundação, em 1885, a maior preocupação da Antarctica sempre foi fabricar produtos com
padrão internacional de qualidade. No início, a Antarctica fabricava apenas gelo e gêneros alimentícios.
Mas isso foi por pouco tempo.
Em 1888 desembarcaram no Brasil, vindos da Alemanha, os primeiros
mestres cervejeiros da Antarctica. Verdadeiros artistas na elaboração da cerveja que trouxeram na bagagem
os mais avançados equipamentos da época.
Logo o sabor apaixonante da cerveja Antarctica começou
a ser produzido na fábrica paulista da Água Branca, região conhecida na época como Parque Antarctica.
A partir daí, a empresa não parou mais de crescer.
Em 1904, adquiriu e incorporou a Cervejaria
Bavaria, na Mooca, o mesmo lugar onde hoje funciona a sede do Grupo Antarctica. Em 1911, inaugurou
em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a primeira de suas muitas filiais. Desse mesmo pioneirismo
surgiram as marcas de refrigerante: a Soda Limonada, a Água Tônica, o Club Soda e, claro, o brasileiríssimo
Guaraná Champagne, com aquele sabor incomparável que vem encantando gerações e que já atravessou as fronteiras
do Brasil.
A expansão vitoriosa não parou por aí. A partir de 1944, a Antarctica começou uma
nova fase: investiu na atualização tecnológica e no aumento de sua produção.
Instalou e adquiriu
mais fábricas em todo o país, entre elas a cervejaria Bohemia, a mais antiga do Brasil, em atividade
desde 1853. Ao longo do tempo novos produtos foram lançados: os refrigerantes Pop Laranja e Baré
Cola, a linha diet, a cerveja Bavaria, a primeira premium do Brasil, e a Kronenbier, primeira cerveja
sem álcool do país.
Em 1996 foi firmado um acordo entre o Grupo Antarctica e a Anheuser-Busch
International, fabricante da Budweiser, para a distribuição do produto no Brasil.
Mais de cem
anos depois da inauguração da Antarctica, o resultado: sua qualidade e seu sabor exportados para diversos
países em todo o mundo.
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